Nº edição: 829
| Economia | 30.AGO.13 - 20:45 | Atualizado em 02.09 - 15:12
Gestão tumultuada
No Sesi e no Senai do Amapá, faltam materiais de
escritório e cursos, mas há excesso de funcionários. O quadro levou a CNI a
afastar a presidente das entidades, Joziane Rocha, para apurar a sua gestão
Por Paulo
JUSTUS
Nas sedes
regionais do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (Senai) do Amapá vive-se um paradoxo. Enquanto faltam
materiais de escritório, papel nas impressoras e até artigos de limpeza, sobram
funcionários. Com um orçamento de R$ 30 milhões neste ano, os dois órgãos
mantêm 491 empregados na folha de pagamento, cujo custo mensal supera os
recursos disponíveis em caixa. O Sesi e o Senai são dois dos 11 órgãos que
compõem o chamado Sistema S, que oferece formação profissional e serviços para
vários setores da economia.
O lado bom: cursos do Senai (na foto, em SP) são muito
cobiçados em várias cidades